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Namorado ideal tem o perfil do pai da moça!

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RELACIONAMENTO

Todos dizem que os homens tendem a buscar mulheres que lembrem suas próprias mães. Pois esse fenômeno, um "estigma sexual", também ocorre entre as mulheres e seus pais. Uma pesquisa, publicada na revista especializada Proceeding of the Royal Society B, apontou que a estrutura facial dos pais é tida como padrão para as filhas na hora de eleger um parceiro, mesmo quando elas são adotadas. Dessa forma, os resultados sugerem que o comportamento está regido pela experiência, e não pelos genes.

O estudo, realizado na Universidade de Pécs, na Hungria, analisou traços faciais de 67 casais de jovens, que mantinham uma relação estável, e dos rostos de cada um de seus pais. Foram medidas proporções, como a relação entre o comprimento e a largura da face, entre o tamanho do nariz e o comprimento do rosto, e as dimensões da boca.

Baseados nesses achados, os pesquisadores descobriram que, de modo geral, as feições do namorado se assemelhavam mais ao rosto do pai da respectiva namorada do que aos rostos de outros homens envolvidos no estudo. E, de acordo com os pesquisadores, essa semelhança foi muito acentuada nas medidas do centro da face, referentes aos olhos e ao nariz.

Por outro lado, os homens também namoravam mulheres parecidas fisicamente com as suas próprias mães. A semelhança, porém, ficou mais restrita à parte inferior do rosto, especialmente queixo e lábios.

"Nossos resultados apóiam a hipótese do estigma sexual", afirma Tamas Berezckei, que comandou a pesquisa. "Com isso, é possível dizer que as crianças fixam em suas mentes a figura protetora do seu progenitor do sexo oposto e buscam um parceiro que se pareça com essa imagem."

FONTE: Site Terra Chile

 

Marc Jacobs aposta em acessórios extravagantes

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MODA

O estilista Marc Jacobs apresentou sua linha primavera 2009 na Semana de Moda de Nova York, nesta segunda-feira, e o grande destaque foram os inúmeros acessórios que acompanhavam os looks. Mas além de grandes chapéus, bolsas de diversos tamanhos e pulseiras grossas, as peças ganharam cores e estamparias variadas.

Os vestidos não seguiram um padrão, então foi possível observar uma coleção que investe em curtos, longos, saias justas ou coladas ao corpo. Um deles, de alça e listras nas cores azul e amarela, acompanhava um cinto e pulseiras pretos e um chapéu amarelo brilhante.

Alguns modelos eram lisos com um forte contraste de cores, mas a maior parte da coleção apresenta a mistura de tonalidades e estampas.

Os desenhos mais freqüentes foram o xadrez, as listras e as aplicações em formato de borboleta. Tons neutros compõem alguns conjuntos, enquanto o brilho domina outros visuais.Na platéia do desfile da grife que leva o nome do estilista, estiveram presentes muitas personalidades como Jennifer Lopez, Victoria Beckham, Liv Tyler, Kelly Osbourne e Natalie Portman.

 

Ipea: nº de famílias chefiadas por mulheres dobra

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COTIDIANO

A pesquisa Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), divulgada nesta manhã, aponta que houve um aumento na proporção de famílias chefiadas por mulheres no Brasil entre 1993 e 2006. De acordo com o levantamento, 19,7% (7.288.115) das famílias eram lideradas por mulheres em 1993, contra 28,8% (15.748.829) em 2006.

A região Sul foi a que apresentou maior aumento no número de famílias chefiadas pelas mulheres, passando de 16,6% (1.017.985) em 1993 para 26,8% (2.292.787) em 2006. Já a região Nordeste foi a que apresentou menor mudança neste sentido: foram 2.087.675 (21,2%) famílias lideradas por pessoas do sexo feminino em 1993 contra 3.982.216 (28,8%), totalizando uma diferença de 7,6 pontos percentuais.Nas zonas rurais, as mulheres chefiam 14,6% dos lares, menos da metade dos 31,3% encontrados nas áreas urbanas. Além disso, enquanto o grau de crescimento neste caso foi de 9,6 pontos percentuais em treze anos, nas áreas rurais foi de 3,2.

Na última década, foi registrado também pequeno crescimento do número de famílias monoparentais masculinas - de 2,1% em 1993 para 2,7% em 2006 - e a diminuição das monoparentais femininas, de 63,9% em 1993 para 52,9% em 2006. A família monoparental é formada por apenas um dos pais e pelos filhos.Ainda de acordo com a pesquisa, em 13 anos, o número de famílias formadas por casais com filhos chefiadas por mulheres aumentou quase 10 vezes, passando de 247.795 (3,4%) em 1993 para 2.235.233 (14,2%) em 2006.

FONTE: Site Terra

 

Emprego industrial tem maior alta desde 2004, aponta IBGE

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ECONOMIA

 

Na comparação ante julho de 2007, a ocupação na indústria cresceu 2,8%. De acordo com o instituto, o aumento na comparação anual da ocupação da indústria completa uma seqüência de 25 resultados positivos. Até julho, o emprego industrial acumula alta de 2,8% no ano e de 2,9% nos últimos 12 meses.
O índice de média móvel trimestral do emprego industrial avançou 0,4% entre os trimestres encerrados em junho e julho, "interrompendo a estabilidade observada desde dezembro de 2007", segundo o IBGE.

Folha de pagamento
O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria aumentou 1,3% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, informou o IBGE, no terceiro mês consecutivo de aumento ante mês anterior. Na comparação ante julho do ano passado, o resultado também é positivo, com alta de 6,9% em julho.
Com esses resultados, no acumulado do ano de janeiro a julho, o valor da folha de pagamento registra alta de 6,6% e, nos últimos 12 meses até julho, a alta é de 6,4%.
O indicador de média móvel trimestral da folha cresceu 0,7% entre os trimestres encerrados em junho e julho, revertendo a variação negativa (-0,2%) de junho.

Regiões e setores
Na comparação de julho ante julho de 2007, o número de trabalhadores aumentou em 11 das 14 áreas investigadas, com destaque para São Paulo (4,3%), Minas Gerais (6,6%) e regiões Norte e Centro-Oeste (2,8%). Por outro lado, foram observadas reduções em Pernambuco (-4,4%), Santa Catarina (-1,1%) e região Nordeste (-0,3%).
Em nível nacional, o pessoal ocupado aumentou, em julho ante julho do ano passado, em 13 dos 18 setores, sendo que os setores que responderam pelos impactos positivos mais importantes foram: máquinas e equipamentos (12,3%); meios de transporte (9,6%); máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,6%) e produtos químicos (11,1%).
Na direção contrária, as contribuições negativas mais significativas vieram de calçados e artigos de couro (-9,8%), vestuário (-4,7%), têxtil (-6,2%) e madeira (-8,2%).

FONTE: Agência Estado

 

 

Você conhece o Brás?

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Leia um breve relato sobre o surgimento do bairro e conheça alguns números e dados da região.

O Brás é um distrito situado na região central da cidade brasileira de São Paulo, a leste do chamado centro histórico da capital paulista. Apesar de sua posição geográfica, pertence à Região Administrativa Sudeste, visto que o bairro integra a subprefeitura da Mooca.

Trata-se de uma região muito conhecida no Brasil  e no mundo pelo comércio de roupas, especialmente nas imediações do Largo da Concórdia e da rua Oriente. Em sua área, possui também um grande número de galpões e plantas industriais desativadas. O distrito é atendido pela Linha 3 (vermelha) do Metrô de São Paulo e pelas linhas 10,11 e 12 da CPTM.

Casa do Imigrante

Formação

O Brás desenvolveu-se em torno da igreja de Bom Jesus do Brás, e era, até o início do século XX, dividido em dois bairros distintos: Brás (mais próximo ao que hoje é o centro de São Paulo) e Marco (abreviatura de Marco de Meia Légua), que ficava na região onde hoje existe a estação Bresser-Mooca do metrô.Tornou-se no início do século XX uma referência de bairro das comunidade italiana (comemoração das festas de Nossa Senhora de Casaluce e São Vito), grega (com a Igreja Ortodoxa Grega) e armênia, com forte presença de indústrias (especialmente próximo às ferrovias) e madeireiras (região da rua do Gasômetro).Com o tempo essas características foram-se modificando, em função do aumento do contingente de nordestinos na região próxima ao Largo da Concórdia, ponto em que operava a estação terminal da Estrada de Ferro Central do Brasil.Atualmente é um distrito essencialmente voltado à indústria e ao comércio de confecções, com forte presença de elementos das comunidades coreana e boliviana. A presença de um comércio de características populares também é grande, especialmente nas avenidas Rangel Pestana e Celso Garcia, por serem tradicionais vias de passagem de moradores da zona Leste que trabalham no centro da cidade.

Limites
  • Norte: rua João Teodoro e rua Silva Teles.
  • Leste: rua e viaduto Bresser.
  • Sul: linha 3 do Metrô de São Paulo, linha 10 da CPTM e rua da Moóca.
  • Oeste: rua da Figueira, avenida Mercúrio e avenida do Estado.
Distritos limítrofes
  • Bom Retiro (noroeste).
  • Pari (norte).
  • Belém (leste).
  • Mooca (sudeste).
  • Cambuci (sul).
  • Sé (oeste).
Principais atrações
  • Estação Brás
  • Festa da São Vito
  • Escola de samba Colorado do Brás
  • Casa do Imigrante (FOTO)
  • Comércio popular da região da Rua Oriente, Rua Maria Marcolina e Largo da Concórdia
  • Igreja de Bom Jesus do Brás (FOTO)
  • Centro Cultural Mazzaroppi
  • Festa de N.Sra.De Casaluce. Desde maio de 1901; a mais antiga de São Paulo

 

 

 
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